terça-feira, 17 de agosto de 2010

Carro Automático: Um carro que dirige só

Audi está enviando uma versão robótica do seu carro esportivo TTS para navegar até o topo de Pikes Peak apenas guiados por computadores e GPS

Por Susan Kuchinskas

Car,audi, robot
NO DRIVER NECESSÁRIO: Este driverless
Audi TTS é dirigida para o topo de Pikes Peak
Colorado no próximo mês


Em setembro, um Audi TTS driverless irá acelerar ao topo de Pikes Peak Colorado em pouco menos de 100 quilômetros por hora é isso mesmo, nenhum driver.
É um passo inicial em direção a um robo carro que pode dirigir-se, talvez melhor do que você pode.

A Organização Mundial de Saúde o número de mortes deve ser a terceira principal causa de mortalidade no mundo em 2020. E os próprios condutores são responsáveis por 73 por cento destas mortes. Então, as montadoras estão olhando maneiras que poderiam tornar os carros mais seguros, tomando a condução fora de mãos humanas. carros de auto-condução pode oferecer outros benefícios: TNO, uma empresa de pesquisa internacional sediada na Holanda, diz que eles poderiam reduzir o tempo perdido para os engarrafamentos de até 50 por cento, e reduzir as emissões de CO2 eo consumo de combustível em 5 por cento.

O Pikes Peak correr é um projecto conjunto da Universidade Stanford Dynamic Design Laboratory, o Electronics Research Lab (ERL) para o Grupo Volkswagen (que é dona da Audi), ea fabricante de software Oracle Corp A estrada, em bruto parte de cascalho para o início de Pikes Peak é a rota da International Hill Climb anual rally, um auto anual e corrida de motos. A execução do TTS irá demonstrar se o carro pode ter curvas tão rápido quanto um ser humano sem driver de condução fora de um penhasco.

O Departamento de Defesa E.U. vem testando veículos autónomos, durante anos, nomeadamente através da sua novembro 2007 Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) Urban Challenge no desmantelamento George Air Force Base em Victorville, Califórnia Durante a competição, os carros driverless necessário para conseguir navegue um curso urbanlike 96 km (completo com mescla de tráfego e sinais stop) em menos de seis horas. Apenas seis das 11 equipes foram capazes de fazer isso, e um outro veículo ERL, um Volkswagen Passat chamado "Junior", ficou em segundo lugar.

"Após o Desafio Urbano, começamos a discutir o próximo grande desafio, que era autônomo dirigindo-se aos limites de velocidade", disse Burkhard Huhnke, diretor-executivo do ERL. Idealmente, o veículo irá realizar o tipo de deriva, de voltas rápidas que os motoristas de carros de corrida fazem.

O carro esportivo casas hatchback dois computadores em seu tronco, ambos usando Java da Oracle Real-Time System para executar algoritmos que manter o carro na estrada e nos limites da sua capacidade de manipulação sobre as superfícies e condições diferentes.

"É uma pista de manutenção do sistema de assistência foi desenvolvido com o apoio de drivers regular em mente, juntamente com um motorista de robótica que está continuamente a tentar empurrar o carro para os limites", afirma Chris Gerdes, diretor do Center for Automotive Research na Universidade de Stanford. A idéia é que um carro que dirige sozinho teria que ser tão bom quanto um piloto profissional de corridas de carros para pessoas normais a aceitá-la.

O carro será guiado por um sistema GPS diferencial que corrige erros provenientes de sinais de satélite de posicionamento global que viajam através da ionosfera e troposfera. É exatamente o suficiente para manter o carro dentro de 1,5 centímetro de seu curso. Uma tecnologia semelhante está em fase piloto para a implantação nacional pelo Departamento Federal de Transportes E.U. de Highway Administration, embora a equipe está usando um transmissor de rádio off-the-shelf de transmissão de dados a localização exata a ser utilizado para as correções.

O veículo autónomo
Há vários componentes em que a indústria automobilística chama de condução autónoma. Primeiro, o carro deve ser capaz de distinguir as coisas em seu ambiente, tais como estradas, edifícios, cruzamentos e outros carros. Em segundo lugar, ela precisa ser capaz de evitar colisões. Para além destes princípios, um veículo inteligente que obedecer as regras da estrada quando chegar ao destino o mais rápida e segura possível. O Pikes Peak executar irá testar a capacidade da Audi para cumprir essa meta.

Alguns destes recursos já atingiu a rua, e outros têm sido demonstrados em testes. Por exemplo, na Europa Volkswagen Passat pode estacionar-se, e aviso de colisão está disponível em modelos topo de linha da maioria dos grandes fabricantes, incluindo a Toyota, Mercedes e Volvo.

A Universidade de Oxford está trabalhando em um sistema autónomo de navegação que leva em informações provenientes de sensores a bordo, radar, câmeras, lasers e os servidores de Internet. E a GM prevê um sistema chamado Mobility Internet que se conecta carros inteligentes para si e para servidores remotos em uma, movendo-se vasta rede peer-to-peer que iria deixá-los viajar de forma eficiente e em sincronia. TV Someday, condução autónoma podem oferecer o máximo em conforto, deixando o motorista bate-papo no telefone, e-mail ou assistir a caminho do trabalho. Quanto controle você quiser virar o carro pode depender de sua idade e onde você está indo, de acordo com Marcial Hernandez, engenheiro sênior da ERL. "De férias com a família, o motorista pode querer virar e falar com os miúdos. Pessoas nos seus 30 anos pode querer dirigir para San Francisco, parada em frente ao bar, e dizer o carro para ir parque em si."

Huhnke diz, "Tomar a diversão fora da estrada não é o nosso principal objetivo, we'd como ajudar as pessoas a desfrutar da condução. Mas eles devem tomar a decisão se quer dirigir ou pressione o botão de piloto automático."

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Argila abre caminho para nova geração de superplásticos

Redação do Site Inovação Tecnológica

Argila abre caminho para nova geração de superplásticos
Uma substância feita de argila natural, a mesma usada para fazer vasos de cerâmica, está se transformando na base de uma nova geração de nanocompósitos plásticos de alta resistência e à prova de fogo.[Imagem: Pack et al./Pnas]

Um grupo de cientistas validou teórica e experimentalmente a primeira argila organofílica para uso como preenchimento na fabricação de plásticos.

O material, de baixo custo e que pode ser produzido em larga escala, é feito de argila natural, o que o torna mais seguro e mais ambientalmente correto do que os compostos químicos hoje utilizados na fabricação de compósitos plásticos de alto desempenho.

Nanotecnologia nos plásticos

Miriam Rafailovich e seus colegas da Universidade Stony Brook, nos Estados Unidos, explicam que as argilas organofílicas tratadas com amina quaternária foram as nanopartículas pioneiras na área, que marcaram a introdução da nanotecnologia na fabricação de plásticos.

Mesmo pequenas quantidades dessas substâncias tornam os plásticos resistentes ao fogo, mais fortes e mais resistente a danos causados pela luz ultravioleta e por substâncias químicas.

Elas também permitiram que os plásticos fossem misturados, criando materiais híbridos até então desconhecidos, a partir de plásticos comuns.

Mas lidar com essas nanopartículas está longe de ser algo simples ou limpo. As nanopartículas organofílicas de aminas quaternárias são difíceis de produzir por causa dos riscos sanitários e ambientais associados com as aminas quaternárias. E elas só podem ser produzidas em pequenos lotes.

Estes e outros inconvenientes, incluindo o custo muito alto, restringiu o uso desses materiais e limitou a maioria das maravilhas tecnológicas que elas geram a meras curiosidades científicas.

Argilas organofílicas

A nova argila organofílica nanoestruturada agora testada dispensa as problemáticas aminas, substituindo-as por um composto antichama chamado fosfato de difenila resorcinol.

Esses organofílicos são baratos, geram menos poeira, podem ser produzidos em larga escala e são termoestáveis até temperaturas muito mais altas (acima dos 600 graus).

A argila também se mostrou superior nas aplicações dos plásticos antichama. E, ao contrário da maioria das argilas organofílicas à base de aminas quaternárias, a nova nanoargila funciona bem com os estirenos, um dos tipos de plástico mais usados em todo o mundo.

O novo material já foi patenteado, e a expectativa é que ele possa resultar em uma nova geração de nanocompósitos plásticos a curto prazo.

Bibliografia:

The Role of Surface Interactions in the Synergizing Polymer /Clay Flame Retardant Properties
Seongchan Pack, Takashi Kashiwagi, Changhong Cao, Chad S. Korach, Menachem Lewin, Miriam H. Rafailovich
Macromolecules
Vol.: 2010, 43 (12), pp 5338-5351
DOI: 10.1021/ma100669g

Carros darão volta ao mundo em corrida com emissão zero

BBC

Carros elétricos darão volta ao mundo em corrida com emissão zero
Por dia, cada carro precisa percorrer no mínimo 500 quilômetros. [Imagem: ZeroRace]

Volta ao mundo em 80 dias

Um grupo de engenheiros dará início nesta segunda-feira a uma corrida de carros ao redor do mundo, todos movidos com veículos elétricos.

A energia consumida pelos carros ao longo do período será compensada com geração de eletricidade por fontes renováveis, fazendo com que a corrida tenha "emissão zero" de dióxido de carbono.

Os engenheiros correrão em quatro equipes diferentes, com chegada e partida na cidade suíça de Genebra.

Em 80 dias de corrida, eles planejam dar a volta ao mundo, passando por Berlim, Kiev, Moscou, Xangai, Los Angeles, Cidade do México, Lisboa e outras 150 cidades.

Ao longo do percurso de 30 mil quilômetros, os participantes vão promover coletivas de imprensa e eventos de conscientização sobre o meio ambiente.

Carro solar

O evento Zero Emissions Race foi idealizado pelo ambientalista e aventureiro suíço Louis Palmer, que em 2008 deu a volta ao mundo em um carro movido a energia solar. No projeto, batizado de SolarCar, Palmer percorreu 54 mil quilômetros durante 18 meses.

"Nós queremos mostrar que mobilidade elétrica e energias renováveis são uma solução para se ter uma vida ecologicamente equilibrada neste planeta", afirma Palmer.

Em novembro, os engenheiros passarão pela Cidade do México, onde será realizada uma conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

Quatro equipes de países diferentes - Suíça, Coreia do Sul, Austrália e Alemanha - vão competir entre si.

Carros elétricos darão volta ao mundo em corrida com emissão zero
A corrida será vencida não por quem chegar antes, mas sim pela equipe que conseguir percorrer o caminho gastando menos energia. [Imagem: ZeroRace]

Cada uma desenvolveu um carro elétrico diferente. Os carros serão abastecidos com energia elétrica ao longo do caminho, em cada uma das paradas.

Compensação de emissões

Para reduzir as emissões a zero, cada equipe será responsável por gerar a mesma quantidade de energia elétrica consumida pelo veículo no seu próprio país usando apenas fontes renováveis, como energia solar, vento, ondas ou geotérmica. Essa energia é alimentada no sistema elétrico de cada um dos quatro países.

Um dos carros, o sul-coreano Yebbuyana, por exemplo, vai consumir 84,7 watts-hora por quilômetro. Para todo o percurso de 30 mil quilômetros, a equipe terá de gerar 2,54 megawatts-hora - que será produzido por painéis solares na região de Geon-nam, na Coreia do Sul.

Os carros, com capacidade para dois passageiros no mínimo, precisam ter capacidade de percorrer no mínimo 250 quilômetros a uma velocidade de 80 quilômetros por hora, antes de pararem para reabastecimento.

Por dia, cada carro precisa percorrer no mínimo 500 quilômetros.

A corrida será vencida não por quem chegar antes, mas sim pela equipe que conseguir percorrer o caminho gastando menos energia.